<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8613200549590583584</id><updated>2011-07-08T13:40:48.375-03:00</updated><title type='text'>BCG Energy LTDA. - Aplicando a Gerência de Risco Na Engenharia Elétrica</title><subtitle type='html'>Visamos apresentar de forma clara e objetiva, os exemplos de utilização e aplicação da metodologia de gerência de risco, em projetos da área de engenharia elétrica.
Transcrevendo exemplos e tecendo comentários da devida aplicação.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Germano Cheva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00573871813869913033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JxI28LjlgnE/SvAffXRxEYI/AAAAAAAAAAg/z-L2ynv-dGc/S220/Barba+003.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8613200549590583584.post-21136109625443300</id><published>2009-11-08T17:19:00.002-02:00</published><updated>2009-11-08T17:21:15.531-02:00</updated><title type='text'>Gerenciamento de Risco na Copel</title><content type='html'>A Copel mantém Comitê de Gerenciamento de Riscos e Seguros Patrimoniais, que tem por objetivos:&lt;br /&gt;· desenvolver e aperfeiçoar estudos para o estabelecimento de política de gerenciamento de riscos e seguros dos ramos elementares da Copel e de suas subsidiárias integrais;&lt;br /&gt;· definir junto às áreas pertinentes da Companhia o que deve ser segurado, através de levantamentos, identificação e análise de risco, experiências e histórico de sinistralidade, por tipo e características de bens e equipamentos, de dispêndio de prêmios de seguro no período - utilizando parâmetros auxiliares relacionados a cada tipo de risco para desenvolvimento paralelo com as áreas envolvidas - e de técnicas e inspeções preventivas de detecção de possíveis danos ao patrimônio da Companhia; e&lt;br /&gt;· promover e manter a política adotada.&lt;br /&gt;Com base nas recomendações desse Comitê, e visando atender à legislação vigente sobre seguros e à Lei nº 8.987/95, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão de prestação de serviços públicos previsto no artigo 175 da Constituição Federal, a Copel contrata apólices de seguros para salvaguardar seus bens e instalações e mantém seguro para reparação por danos involuntários causados a terceiros.&lt;br /&gt;As principais modalidades de seguros adotadas na Copel são: riscos nomeados, incêndio imóveis próprios e locados, responsabilidade civil geral, riscos de engenharia, transporte nacional e internacional e riscos diversos&lt;br /&gt;A política de Controles e Gestão de Riscos da Companhia, formulada em 2006, estabeleceu a sistematização dos processos de gestão de riscos e controles internos, cuja avaliação será utilizada por meio da metodologia estabelecida pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission - COSO.&lt;br /&gt;Em 2007, teve início a implantação da Gestão Integrada de Riscos Corporativos, com apoio de consultoria especializada, com destaque para as seguintes atividades:&lt;br /&gt;· planejamento da implantação da gestão de risco;&lt;br /&gt;· avaliação do processo de gestão de risco atual e identificação de oportunidades de melhoria;&lt;br /&gt;· identificação e avaliação dos principais riscos relacionados aos objetivos de crescimento e a questões ambientais e fundiárias;&lt;br /&gt;· avaliação dos controles e ações de mitigação desses riscos;&lt;br /&gt;· estudo de integração e alinhamento da gestão de risco com as demais iniciativas existentes: Lei Sarbanes-Oxley, gestão e padronização de processos da Organização Internacional para Padronização (International Organization for Standardization - ISO), Balanced Scored Card - BSC, Gerenciamento pelas Diretrizes, Modelo de Excelência da Gestão e desenvolvimento dos sistemas de informática corporativos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8613200549590583584-21136109625443300?l=ufprgpriscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/feeds/21136109625443300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/copel-mantem-comite-de-gerenciamento-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/21136109625443300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/21136109625443300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/copel-mantem-comite-de-gerenciamento-de.html' title='Gerenciamento de Risco na Copel'/><author><name>Luciano Gandin</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09318440940968703726</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8613200549590583584.post-794240607331948527</id><published>2009-11-08T13:44:00.000-02:00</published><updated>2009-11-08T13:44:13.762-02:00</updated><title type='text'>Gerenciamento de Risco em Subestação da CHESF</title><content type='html'>A preocupação com as condições operacionais das instalações da Chesf tem sido motivo de constantes ações visando o estabelecimento de medidas para a eliminação de riscos ou redução dos mesmos sobre os ativos físicos, de forma que na ocorrência de fatos indesejáveis tenha um reflexo mínimo para a instalação, para os consumidores e para as pessoas que atuam nessas instalações.&lt;br /&gt;Existem situações em que a ocorrência de falhas em equipamentos desencadeiam sérios problemas à instalação e às pessoas que atuam nas áreas de manutenção e operação, e muitas vezes causam acidentes às pessoas ou perdas de fornecimento com prejuízos incalculáveis à organização.&lt;br /&gt;Considerando esses aspetos e levando em consideração o contexto do setor elétrico atualmente, a diretoria da CHESF , decidiu por criar um processo de gerenciamento de riscos, e implementou inicialmente em uma de suas subestações, a subestação Mirueira, escolhida por se tratar de uma instalação típica da empresa com um nível de padronização razoável. Para tal a empresa decidiu iniciar o seu processo de gerenciamento de risco estabelecendo duas premissas, a primeira foi contratar uma empresa de especialista para apoiar o processo; a segunda foi elaborar um projeto piloto para testar a metodologia de gestão de risco escolhida. &lt;br /&gt;Tendo em vista as limitações de tempo que estavam atreladas no trabalho da Chesf, não foi possível um nível de detalhamento máximo, considerando a diversidade de áreas de risco potenciais da instalação. Para o levantamento de dados foram utilizadas algumas ferramentas do gerenciamento de risco, como árvore de falhas e análise preliminar de risco(APR), entre outras, e também o grande conhecimento do especialistas de diversas áreas como engenharia e construção, segurança no trabalho, meio ambiente,operação de sistemas, manutenção de proteção e de equipamentos contribuiu significativamente para esse processo.&lt;br /&gt;Outra atuação que merece destaque, foi a possibilidade de uma visão abrangente de áreas  como: sistemas de proteção, sistemas de instalações civis, transformadores, disjuntores, barramentos, serviços auxiliares, meio ambiente e sistemas de gestão.&lt;br /&gt;Para a efetivação da avaliação dos riscos da instalação, a equipe necessitou nivelar os conceitos a respeito de riscos, perigos, causas, causa fundamental (raiz), efeitos, consequências, além de  definição de sistemas e falhas funcionais.&lt;br /&gt;O procedimento para o levantamento dos riscos foi estruturado em etapas partindo-se da visão individual de cada membro da equipe e posteriormente consistido em reuniões de avaliação. Os riscos forma selecionados em suas respectivas áreas considerando a avaliação e associação dos riscos inicialmente indicados, nessa fase também foram agregados as causas, os efeitos e as consequências vistas pela equipe. Em seguida a equipe avaliou essa relação na Subestação de Mirueira através de uma minuciosa inspeção envolvendo as áreas civis (prediais, fronteira, sistemas de drenagem, etc.), equipamentos de alta tensão, painéis e chassis de proteção. Após a inspeção que contou com a participação dos responsáveis de operação e manutenção da subestação, se procedeu a entrevista com especialistas de cada segmento visando estabelecer uma consolidação dos riscos iniciais, incorporação de novos riscos, bem como determinar em uma primeira versão os graus de riscos.&lt;br /&gt;Com os dados consistidos para os segmentos selecionados o passo seguinte foi a quantificação desses riscos. Para isso foram analisados os aspectos históricos quando disponíveis, banco de dados de casos similares em outras empresas ou existentes em literatura a respeito, informações de fornecedores, etc. Essa fase consistiu em grandes dificuldades de coleta e consistência de dados estatísticos, no entanto, se revestiu de importantes contribuições dos especialistas, considerando o conhecimento a priori dos mesmos, o que permitiu se fazer a inferência sobre ao dados de riscos permitindo se fazer uma avaliação adequada para o trabalho.&lt;br /&gt;Após um período de 60 dias desde a formação da equipe, treinamento, levantamento de dados, análise dos dados, entrevista com especialistas e elaboração do relatório.&lt;br /&gt;Esse relatório constou a estimação dos riscos dos modos de falhas considerando mais importantes  a indicação de medidas a serem adotadas para a eliminação ou redução dos riscos existentes, afastando-o da área de catastrófico para tolerável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8613200549590583584-794240607331948527?l=ufprgpriscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/feeds/794240607331948527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/gerenciamento-de-risco-em-subestacao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/794240607331948527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/794240607331948527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/gerenciamento-de-risco-em-subestacao-da.html' title='Gerenciamento de Risco em Subestação da CHESF'/><author><name>Germano Cheva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00573871813869913033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JxI28LjlgnE/SvAffXRxEYI/AAAAAAAAAAg/z-L2ynv-dGc/S220/Barba+003.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8613200549590583584.post-4332722661022421372</id><published>2009-11-07T21:16:00.000-02:00</published><updated>2009-11-07T21:16:47.631-02:00</updated><title type='text'>Gerenciando Riscos em Empresas de Automação Industrial</title><content type='html'>Devido a complexidade, variedade, atualizações tecnológicas constantes e principalmente falta de dados históricos em projetos de automação industrial no Brasil , os riscos envolvidos devem ser tratados com muita atenção e cuidado.Assim metodologia de gerencia de risco do pmbok, pode ser utilizada em projetos de automação industrial, e vem crescendo cada vez mais, garantindo a diminuição dos riscos e até a mitigação completa.&lt;br /&gt;As empresas de automação industrial estão criando um banco de dados com erros ocorridos em projetos anteriores, mas essa prática ainda não desenvolveu um banco de dados completo, a ponto de termos detalhados os vários riscos que existem na automação industrial, mas são muitos, desde riscos contratuais, provenientes de falhas contratuais má interpretação de especificações, cronograma, peças e materiais, recursos humanos, erros de projeto, etc.&lt;br /&gt;A utilização de um efetivo e bem planejado gerenciamento de risco, garante assim, que as empresas de automação industrial honrem contratos, diminuam os gastos com projetos e  efetivamente concluam o  mesmo, dentro das características determinadas no escopo do projeto.&lt;br /&gt;Sendo a automação industrial mais uma área de atuação da gerência de risco aplicada a engenharia elétrica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8613200549590583584-4332722661022421372?l=ufprgpriscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/feeds/4332722661022421372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/gerenciando-riscos-em-empresas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/4332722661022421372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/4332722661022421372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/gerenciando-riscos-em-empresas-de.html' title='Gerenciando Riscos em Empresas de Automação Industrial'/><author><name>Germano Cheva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00573871813869913033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JxI28LjlgnE/SvAffXRxEYI/AAAAAAAAAAg/z-L2ynv-dGc/S220/Barba+003.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8613200549590583584.post-8287992890511649854</id><published>2009-11-05T21:12:00.000-02:00</published><updated>2009-11-08T17:13:40.913-02:00</updated><title type='text'>Gerência de Risco em Distribuidoras e Transmissoras de Energia Elétrica</title><content type='html'>O sistema elétrico brasileiro por seu porte , complexidade e importância, necessita de um sistema de gerenciamento muito eficaz, para que se tenha uma condição estável de operação, garantindo que seja entregue uma energia de qualidade e assegurando que a essa energia que move o país nunca falte.&lt;br /&gt;Contudo entregar e garantir o fornecimento de energia não é uma simples tarefa, existem muitos riscos que necessitam ser levados em consideração e através de um gerenciamento dos mesmos permitir que eles sejam diminuídos ou mitigados completamente.&lt;br /&gt;As empresas distribuidoras e transmissoras de energia necessitam entregar a carga estipulada por contratos de longo prazo (cinco a trinta anos), as incertezas são enormes, clima e condições climáticas, custos de operação, evolução da carga, disponibilidade energética, regulação, dentre outras que afetam a operação do sistema elétrico brasileiro.&lt;br /&gt;As distribuidoras e transmissoras devem então criar um portfólio de contratos sob incertezas, minimizar os custos (visando um preço competitivo) e os riscos (visando garantias a longo prazo). Para tal necessitam de um gerenciamento de riscos que garanta uma operação segura e rentável, sendo uma área de fundamental importância na atuação saudável das empresas e no funcionamento do sistema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8613200549590583584-8287992890511649854?l=ufprgpriscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/feeds/8287992890511649854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/o-sistema-eletrico-brasileiro-por-seu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/8287992890511649854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/8287992890511649854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/o-sistema-eletrico-brasileiro-por-seu.html' title='Gerência de Risco em Distribuidoras e Transmissoras de Energia Elétrica'/><author><name>Germano Cheva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00573871813869913033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JxI28LjlgnE/SvAffXRxEYI/AAAAAAAAAAg/z-L2ynv-dGc/S220/Barba+003.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8613200549590583584.post-2245629734364978609</id><published>2009-11-02T15:43:00.000-02:00</published><updated>2009-11-02T15:43:19.359-02:00</updated><title type='text'>Componentes do Risco</title><content type='html'>O Risco é composto de três componentes :&lt;br /&gt;- Um evento;&lt;br /&gt;- A probabilidade de ocorreência do evento;&lt;br /&gt;- O impacto decorrente do evento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocorrência de riscos durante o projeto tende a ser maior no início e diminuir ao longo da execução do mesmo; enquanto que o valor envolvido tende a ser baixo inicialmente e aumentar ao longo do trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8613200549590583584-2245629734364978609?l=ufprgpriscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/feeds/2245629734364978609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/componentes-do-risco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/2245629734364978609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/2245629734364978609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/componentes-do-risco.html' title='Componentes do Risco'/><author><name>Germano Cheva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00573871813869913033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JxI28LjlgnE/SvAffXRxEYI/AAAAAAAAAAg/z-L2ynv-dGc/S220/Barba+003.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8613200549590583584.post-8422773159945802727</id><published>2009-11-01T20:25:00.004-02:00</published><updated>2009-11-01T20:38:35.362-02:00</updated><title type='text'>Definição de Risco :</title><content type='html'>Efeito adverso decorrente da ocorrência de um evento, podendo causar impacto positivo ou negativo em um projeto ou em algum objetivo do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gerenciamento de Riscos de um projeto inclui os processos relacionados ao planejamnto do gerenciamento de riscos, identificação, qualificação, quantificação, análise, planejamento de respostas, monitoramento e controle dos riscos do projeto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8613200549590583584-8422773159945802727?l=ufprgpriscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/feeds/8422773159945802727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/definicao-de-risco.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/8422773159945802727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8613200549590583584/posts/default/8422773159945802727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ufprgpriscos.blogspot.com/2009/11/definicao-de-risco.html' title='Definição de Risco :'/><author><name>Germano Cheva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00573871813869913033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JxI28LjlgnE/SvAffXRxEYI/AAAAAAAAAAg/z-L2ynv-dGc/S220/Barba+003.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
